Gênesis, Jó, Isaías, Salmos e Josué estruturam a leitura central do Atlas.
Nova Biblioteca da Etiópia: manuscritos em ge'ez, Enoque, Jubileus e leitor bíblico em formato de códice. Visitar a exposição →
Manifesto: a minha visão da Terra firmada e do firmamento
Assumo a perspectiva terraplanista como parte de minha leitura pessoal da criação. Quero examinar Gênesis, Jó, Isaías, Salmos, Josué e 1 Enoque, valorizando a Terra estabelecida, o firmamento e os caminhos dos luminares em sua linguagem religiosa e histórica.
Nesta exposição, meus estudos e minhas representações aparecem com minha assinatura, acompanhados das passagens e dos documentos que inspiram essa visão.
1 Enoque e outros textos ampliam o repertório simbólico e narrativo do projeto.
Cartografias antigas e autores históricos ajudam a compor o ambiente visual e documental.
O visitante encontra uma visão assinada, organizada para estudo, contemplação e reflexão.
Mapa desta página
1. O lugar de cada fonte
Escrituras: são o eixo principal da minha cosmovisão. É nelas que encontro a linguagem sobre firmamento, águas, fundamentos, luminares e ordem da criação.
Apócrifos e pseudepígrafos: ampliam o horizonte da investigação, especialmente quando trazem descrições celestes, calendários e imagens do mundo preservadas em tradições antigas. Ao utilizá-los, procuro indicar livro, capítulo e tradução.
Cartografias antigas e autores históricos: entram como testemunhos culturais e visuais de como diferentes épocas imaginaram o mundo. Eles ajudam a compor a narrativa e a estética do Atlas.
Ao citar qualquer obra, procuro identificar a referência de modo claro para que o visitante possa continuar a leitura por conta própria.
2. Minha abordagem terraplanista
Apresento minha cosmovisão a partir das Escrituras, dos apócrifos, de cartografias antigas e de autores que defenderam modelos de Terra plana. A maquete reúne esses elementos de modo artístico, procurando dar vida aos textos que estudo.
Meu objetivo é oferecer um percurso em que a leitura bíblica e tradicional seja colocada em primeiro plano, valorizando os símbolos, os cenários e as passagens que moldaram essa visão do mundo.
Quero que o Atlas funcione como uma porta de entrada para a reflexão: um espaço em que o visitante conheça as bases da minha interpretação, percorra os textos e observe como essa cosmovisão foi representada ao longo do tempo.
Ponto de partida
A criação narrada nas Escrituras orienta a estrutura principal da visão apresentada no SONELIORA.
Expansão do estudo
Os apócrifos, os mapas antigos e os autores históricos ampliam a compreensão do imaginário do firmamento.
3. Compromissos de publicação
- Assinar interpretações e textos autorais, atribuindo fontes originais quando disponíveis.
- Distinguir com clareza passagem bíblica, tradição apócrifa, comentário autoral, ilustração e documento histórico.
- Apresentar em destaque a leitura terraplanista que inspira o projeto, mantendo as referências de onde ela parte.
- Evitar atribuir afirmações a instituições, autores ou textos sem referência identificável.
- Corrigir erros de citação, tradução, datas, nomes e links quando forem identificados.
- Valorizar a consulta direta às fontes e registrar com clareza o que interpreto e de onde veio cada documento.
4. Como desejo que o visitante leia este conteúdo
Leia primeiro a visão central: este espaço foi concebido para apresentar em primeiro plano a minha leitura da Terra firmada, do firmamento e das tradições antigas que dialogam com esse pensamento.
Percorra as fontes: sempre que possível, avance dos resumos para os textos, capítulos e estudos aprofundados.
Observe a maquete como linguagem visual: os cenários, as imagens e os painéis foram organizados para traduzir visualmente a cosmovisão que sustenta o Atlas.
5. Sobre a responsabilidade editorial
A curadoria, a seleção dos temas e as interpretações expressas como “minha visão” são assumidas editorialmente por Rochésley de Oliveira Lima Simões, idealizador do SONELIORA.
Esta assinatura identifica a autoria do conteúdo e organiza a experiência do visitante em torno de uma leitura pessoal, espiritual, histórica e visual do tema.